Sempre em movimento, Eliete Santos, uma corredora, reverteu uma indicação de cirurgia do joelho com uma segunda consulta. E, feliz, contou o que aconteceu nas redes sociais

Eliete Santos, uma bancária de 43 anos, estava fazendo o que gosta: correr. Empolgada, completou três meias-maratonas num curto período de tempo. Depois da terceira, a Meia do Rio, ela começou a sentir dores no joelho. Aí, veio a paulada (pelo menos foi o que ela sentiu): depois de uma ressonância, um diagnóstico de condromalácia que a deixaria fora do asfalto. Talvez, para sempre. Ela recebeu a bomba (ou melhor, a indicação de cirurgia), nenhuma orientação sobre o que estava acontecendo e (muito menos) alguma previsão de que depois da operação ficaria bem.

O mundo caiu. As dúvidas pós-consulta: “O que eu tenho? Não vou poder correr mais? Milhões de perguntas e sentimentos na cabeça de uma corredora, sem respostas”, conta Eliete. Ela teria de fazer artroscopia e ficaria parada. E isso não garantiria a volta às corridas. “Sai do consultório arrasada, assustada e pilhada. Estava sem dormir, só chorava e pensava que não poderia mais correr”, diz a corredora. Um amigo sugeriu uma consulta no Genua. Daí por diante, tudo mudou.

“Passei em consulta com o Dr. Carlos Frutos. As dúvidas foram sumindo com as explicações dele de que a condromalácia é comum entre as mulheres, de que o tratamento poderia ser feito com fortalecimento e medicação, diminuição de treinos e provas. E que, depois disso, poderia correr até uma maratona!”, recorda. “Hoje, a condromalácia (um diagnóstico fatídico num primeiro momento) não me preocupa mais. Sinto pouca dor depois de correr e sei que o fortalecimento está em primeiro lugar”, completa Eliete. Algumas das palavras dela no Instagram:
#genuainstitutodojoelho meu Deus, que felicidade ter encontrado aquele médico… como eu desejei ouvir aquelas palavras: “Você não precisa de cirurgia.”. Chorei na hora, vontade de agarrar médico, de gritar…

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Entenda o que é condromalácia patelar

Uma lesão na cartilagem da patela, e que (literalmente) significa “cartilagem amolecida”. O amolecimento (e posterior degeneração da cartilagem) está relacionado com o uso excessivo, trauma direto ou indireto e alteração biomecânica da articulação patelo femoral. Muitas das vezes, a origem é idiopática (sem causa conhecida). A condromalácia representa uma causa comum de dor anterior no joelho. É mais frequente em mulheres — alguns estudos citam que de cada 10 mulheres com dor anterior no joelho que realizam ressonância, pelo menos 7 apresentam algum grau de condromalacia da patela. Menos da metade manifestam dor ou algum sintoma. Clique aqui para saber mais sobre a condromalácia